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Em 2022, que a nossa esperança seja maior que os nossos medos

Há quase dois anos, a humanidade está convivendo com um vírus, que já fez milhares de vítimas, deixando muitas famílias enlutadas e muitas outras em situação de extrema pobreza. Essa situação exigiu que fossemos mais criativos nas nossas ações a favor da Justiça e da Paz. Cada um, em comunidade ou como individuo procurou a sua maneira viver o espírito de Solidariedade e Missão juntos a essas famílias. Com os nossos pequenos gestos de soldariedade, conseguimos que algumas famílias pudessem ter o básico necessário para a sua sobrevivência nesses tempos difíceis, porque cremos que o Reino de Deus se constrói no aqui e agora das nossas vidas.


A campanha de vacina, em curso, nos faz acreditar em um amanhã melhor. Porém, isso não significa que devemos deixar de nos cuidar. O vírus ainda está muito ativo no meio de nós. A descoberta da nova variante chamada Ômicron é uma prova disso. Portanto, devemos continuar a respeitar as orientações dos profissionais da saúde e da

ciência. É só assim que conseguiremos vencer esse mal, e continuar a nossa luta por um mundo mais justo e solidá-

rio.


Desde 1968, a Igreja Católica, pela voz do Papa, nos convida a celebrar e cultivar a paz no primeiro dia de cada ano novo. Conhecido como o Dia Mundial da Paz, esse dia se caracteriza por uma mensagem especial na qual o Pontífice relembra a importância deste grande dom de Deus que é a paz, e o nosso dever de cultiva-lo. Na mensagem deste ano, somos chamados pelo Papa Franciso a refletir e agir pela paz a partir de três contextos: educação, trabalho, diálogo, daí o tema "Educação, trabalho, diálogo entre as gerações: instrumentos para a construção de uma paz duradoura". Além da Igreja, a ONU também chama a nossa atenção, no início de cada ano, sobre esse valor, nos convidando a celebrar o Dia Mundial da Não-Violência e Cultura de Paz no dia 30 de janeiro. Esse dia é voltado à educação das pessoas para a paz, à solidariedade, à resolução de conflitos, ao respeito à existência das diferen-

ças étnicas e culturais e aos direitos humanos. Nada melhor que iniciar o ano com a paz.

Não podemos terminar sem mencionar o grande dever que temos como cidadãos brasileiros a cumprir nesse ano 2022: decidir quem conduzirá o destino do nosso país, dos nossos Estados e quem nos representarão no Congresso Nacional nos próximos 4 anos.

Estou falando das eleições gerais de 2022. É uma responsabilidade grande. Pois, deste ato depende as políticas públicas a serem implementadas. Portanto, devemos votar com consciência, isto é, escolher candidatos com perfil claro a favor da Democracia, da Paz, da Justiça e da Solidariedade e cuja prioridade é o bem comum e a solicitude com os pobres.


Mbaidiguim Djikoldigam, JPIC

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